
ECOS no seu e-mail | Novidades do Escolusas
Gratuito


Em junho de 2024, a construção de uma escola portuguesa em Bissau voltou a ser apresentada pelo Governo de Portugal como prioridade da sua política de cooperação com a Guiné-Bissau, na sequência da publicação da criação jurídica do estabelecimento de ensino em Diário da República, tal como noticiou então a Agência de Notícias da Guiné.
A declaração foi feita por Nuno Sampaio, então secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal, no final de um encontro com o Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, durante uma visita oficial de três dias à Guiné-Bissau. Segundo a Agência de Notícias da Guiné-Bissau, o governante português anunciou que Portugal iria construir a Escola Portuguesa da Guiné-Bissau no país, numa ação enquadrada no reforço da cooperação bilateral entre os dois estados.
A notícia surgiu após Portugal dar existência legal à Escola Portuguesa da Guiné-Bissau — Centro de Ensino da Língua e Cultura Portuguesas através do decreto-lei n.º 1/2024, publicado em 5 de janeiro. O diploma resultou de um acordo de cooperação assinado em Bissau, um ano antes, precisamente a 27 de janeiro de 2023 entre Portugal e a Guiné-Bissau, destinado à criação da escola.
Na mesma declaração, Nuno Sampaio recordou que Portugal se assumia como primeiro parceiro bilateral da Guiné-Bissau e valorizou também o papel do país no espaço da CPLP e da lusofonia. A futura escola portuguesa surgia, assim, integrada num quadro mais amplo de cooperação, mobilidade e desenvolvimento.