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Recuamos a dezembro de 2018 para recuperar um episódio que o Jornal de Notícias (JN), de Portugal, acompanhou em tempo real: professores colocados na EP São Tomé e Príncipe ficaram com os vistos e passaportes retidos pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras são-tomense, precisamente quando se preparavam para viajar para Portugal em vésperas de Natal.
Segundo a reportagem de Alexandra Inácio, publicada na edição de 12 de dezembro de 2018 do JN, cinco docentes aguardavam desde setembro pela documentação perdida, numa situação que, dias antes, chegara a envolver 35 professores contratados à espera dos mesmos papéis. O Ministério dos Negócios Estrangeiros garantia, então, estar a acompanhar o caso através da embaixada, atribuindo a emissão dos certificados de residência à “prerrogativa das autoridades são-tomenses”. A notícia recordava ainda que os problemas de regularização acompanhavam a EP São Tomé e Príncipe desde a sua abertura, dois anos antes, obrigando os professores contratados a pagar do próprio bolso as multas pelos atrasos.
Para saber se os professores conseguiram, ou não, levantar a tempo os documentos e viajar antes do Natal, a leitura da reportagem original é indispensável (carregue no botão abaixo).